Ficha técnica
Mulheres Indígenas no Cinema
L
Genérico
49min
Sinopse
Tupananchiskama: Não Existe Adeus (2025, 14 minutos, Brasil, drama)
Dirigido por Jade Puente, Não Existe Adeus é um curta-metragem que aborda, com sensibilidade e força, a vivência de uma tia e uma sobrinha bolivianas aymaras que vivem em São Paulo. A obra percorre temas como migração, identidade cultural, racismo, apagamento linguístico e o profundo vínculo entre gerações, especialmente dentro da cultura andina. Inspirado em histórias reais, o filme celebra a ancestralidade e a resistência das mulheres indígenas e imigrantes, mostrando que, mesmo em meio às dificuldades, há memórias, raízes e afetos que nunca se perdem.
Quem é Luisa Souza (2024, 17 minutos, Brasil, documentário)
O documentário "Quem é Luzia Sousa" retrata a vida de Luzia, uma mulher de 99 anos, nascida no Maranhão. Após sobreviver a um grave acidente de carro, Luzia fez uma promessa a Santa Luzia. Todos os anos, em 13 de dezembro, ela organiza um festejo em sua casa com orações, bolos, mingau e outros itens presentes no acidente. A obra mostra o preparo da festa e a chegada dos convidados, que vêm de toda a região do estado. Luzia é uma figura querida, e a série destaca sua fé, gratidão e a união da comunidade.
Minha câmera é minha flecha (2025,18 minutos, Brasil, documentário)
Richard Wera Mirim é um jovem Comunicador Indígena do Povo Guarani Mbya da Terra Indígena Jaraguá, território que ainda resiste às margens da Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo. O filme traz um pouco de sua trajetória, aliada à força do audiovisual e do uso das redes sociais na luta e resistência indígena. Mostra a câmera como uma flecha, uma ferramenta de comunicação poderosa, uma arma para registrar e retratar, com o olhar de quem vivencia a cultura, os conhecimentos, os territórios e demais aspectos dos povos originários pelo direito de existir.