Sobre o Circuito Spcine
Em março de 2016, o Circuito Spcine inaugurou uma rede de salas de cinema públicas,
colocando em contato diferentes locais da cidade que não tinham acesso ao cinema:
27 CEUs e 5 Centros Culturais.
O projeto oferece uma experiência total do cinema, com projetores digitais de alta
tecnologia e programação regular e de qualidade. Há espaço para filmes de todos os
gêneros e formatos, do infantil ao terror, do autoral ao comercial.
Acompanhe a programação do Circuito Spcine no
Instagram da Spcine.
Histórico
Inaugurado em 30 de março, o Circuito Spcine é a maior rede de salas públicas de cinema
do Brasil e uma das mais importantes da América Latina.
Seu complexo exibidor é formado por 32 espaços - cinco em equipamentos culturais de
São Paulo e 27 em Centros Educacionais Unificados (CEUs) - e tem o objetivo de
democratizar o acesso da população ao entretenimento audiovisual, expandindo a barreira
geográfica do centro expandido em direção a todas as regiões da capital paulista.
Geograficamente, as salas estão presentes em 17 das 32 subprefeituras, com prioridade
para as não atendidas pelo circuito comercial de cinema.
O projeto oferece uma experiência total do cinema, com projetores digitais de alta
tecnologia e programação regular e de qualidade. Há espaço para filmes de todos os
gêneros e formatos, do infantil ao terror, do autoral ao blockbuster. A periodicidade
das sessões vai de três a seis vezes por semana.
A criação do Circuito surgiu de um quadro de exclusão socioeconômica, tendo a distância
e o preço do ingresso como fatores mais relevantes. Pesquisas como a da empresa J.Leiva
serviram como base de comparação. De acordo com um estudo de 2014, 10% da população
paulistana nunca foi ao cinema. Ao considerar a renda, o percentual sobe para 30% nas
classes D e E. O lado positivo do projeto é que o público tem o cinema perto de casa e
de graça. Nos centros culturais, o bilhete tem um preço popular, que vai até R$ 4,00.
A Spcine também considerou o Índice de Habitantes por Cinema (IHC) no Brasil, levantado
pela Ancine (Agência Nacional do Cinema). Em 2013, o IHC girou em torno de 75 mil
habitantes por sala, número ainda distante de outros países, como a Argentina, que
registrou em 2012 um IHC de 51 mil habitantes por sala; México, com aproximadamente
21 mil habitantes por sala; e França, com cerca de 11 mil habitantes por sala.
A programação conta com aproximadamente 200 sessões semanais.